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1º Boteco do Mídia com a Editora Alto Astral – Entrevista e Fotos

1.         Ultimamente os meios de comunicação, especialmente a mídia impressa, têm se dedicado cada vez mais a encontrar formatos de publicidade mais impactantes e atrativos. Em virtude disso, os formatos que mesclam publicidade e conteúdo são trabalhados com mais frequência e o que para muitos poderia ser visto como uma prática ruim, para outros é uma possibilidade de mídia que carrega a credibilidade do veículo. Diante disso, de que forma a Editora Alto Astral trabalha essa relação entre o conteúdo editorial e a publicidade?

Esta é uma equação cada vez mais recorrente. Estamos bastante atentos e à frente da questão, pois já temos até case. O mercado publicitário pede intervenção de conteúdo com as marcas e não só a intervenção em si, mas precisa disto tudo com grande criatividade editorial por parte do veiculo. Podemos chamar de merchandising editorial. Temos que fazer e deixar a ação com a cara da revista, mas é necessário deixar claro para os leitores entenderem que aquela ação é uma publicidade, ou seja, uma ação patrocinada por uma marca/empresa. Pois os leitores formam nossa audiência e isto é o que temos de mais valioso no nosso portifólio.  Alguns cases que podemos enviar: caso Reebok, Knnor, Lux e Colorama.

 2.       Falando de conteúdo digital, presenciamos a era do usuário consumidor e gerador de conteúdo. A informação advinda dos meios de comunicação precisa ser mais do que um conteúdo:  precisa engajar para ganhar relevância. Como a Editora Alto Astral está encarando o crescimento do consumo de conteúdos digitais pelos adolescentes e pelo público feminino?

Já temos 06 marcas em aplicativos para IOS e ANDROID. Somos provedores de conteúdo e precisamos estar onde nossos leitores procuram nossas marcas. Este “device” (plataforma) é novo, mas sabemos tudo o que ele permite e a interação com o usuário e o conteúdo extra é o grande diferencial. Então estamos criando estes diferenciais nas revistas digitais (aplicativos) que estamos disponibilizando para nossos leitores. Também estamos presentes nos canais O jornaleiro e no Zinio.

 3.     Quais as impressões da Editora Alto astral sobre esta aproximação mais descontraída com o mercado de Brasília, olhando para os possíveis resultados de sua participação no Boteco do Mídia?

O que nós queremos é maior aproximação com o mercado publicitário e vimos no boteco de mídia a oportunidade de estar presente com os principais players e profissionais do mercado de Brasília. Fomos muito bem recebidos e prestigiados pelo mercado. Foi um sucesso de público, o evento é muito prestigiado pelo mercado local e conseguimos quebrar a rotina das reuniões do dia a dia e, de forma descontraída, reforçar nossa marca para o mercado.




mar
5

Globo tem pior audiência dos últimos 40 anos

Desde que passou a liderar na audiência brasileira, há mais de 40 anos, a Globo nunca fechou um mês com números tão baixos quanto os apresentados em fevereiro deste ano. De acordo com dados divulgados pelo colunista da Veja Lauro Jardim, a emissora registrou média de 14,4 pontos no mês.

Há um ano, diz Jardim, o canal carioca fechou fevereiro com média de 15,9 pontos no Ibope da Grande São Paulo – maior praça do país, onde cada ponto equivale a 58 mil domicílios.

“A notícia só não é tão ruim para a Globo por que nenhuma das concorrentes ganhou público no mês passado – tanto em relação a fevereiro de 2011 quanto em comparação a janeiro deste ano”, afirma o colunista.

Os dados mostram que a Record se mantém na vice-liderança, com média de 6,8 pontos, sendo que em 2011 eram 7,2. Todas caíram: SBT foi de 5,6 para 5; Band, de 2,5 para 2; e RedeTV!, de 1,4 para 1,1.

A redução se deu por conta da diminuição na quantidade de televisores ligados, no mesmo período: de 41,9 para 39, em média.

Fonte: Adnews

fev
28

Internet cresce 2% em janeiro

Os primeiros resultados da internet brasileira em 2012 começaram a ser divulgados nesta segunda-feira, 27. O Ibope Nielsen Online afirmou que em janeiro a internet brasileira voltou a crescer. O índice foi de 2% em relação ao mês anterior e de 11,2% sobre os 42, 7 milhões de usuários ativos em janeiro de 2011 (de 63,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no trabalho, 47,5 milhões foram usuários ativos em janeiro).

O uso residencial foi o que puxou o crescimento. De janeiro de 2011 a janeiro deste ano, os usuários domiciliares ativos passaram de 34,2 milhões para 39 milhões, 14% maior. O total de brasileiros com acesso foi de 78,5 milhões no terceiro trimestre de 2011. Os sites governamentais foram a categoria que registrou o maior número de usuários únicos, saltando de 22,3 milhões para 25,3 milhões em janeiro. A evolução de 13% é explicada pela maior procura em sites como o do Enem e do Prouni, assim como por informações relativas a tributos. Comparando com janeiro de 2011, o maior crescimento percentual de usuários únicos ficou em Automóveis (27%), seguido por Viagens (22%).

Já a publicidade também começou aquecida. Em janeiro foram mais de seis mil campanhas de 2.124 anunciantes. Os números são 39% maiores em relação a janeiro de 2011. O Ibope Nielsen Online afirma, ainda, que as peças publicitárias em formato display foram mais de 20 mil, representando aumento de 69% sobre o período equivalente de 2011.

Fonte: Meio&Mensagem

fev
24

Mercado cresce 8,5% até novembro

O mercado publicitário cresceu 8,5% de janeiro a novembro de 2011 (sem descontar a inflação), segundo os últimos números divulgados pelo Projeto Inter-Meios. O faturamento dos veículos de comunicação com venda de espaço comercial chegou a R$ 25,6 bilhões no período. A maior fatia (63,3%) é da TV aberta, que arrecadou R$ 16,2 bilhões em 11 meses de 2011, registrando crescimento de 8,8% – em linha com a média do mercado.

Com expansão de 21,6%, a internet permanece como a mídia que mais cresce em termos de faturamento publicitário, tendo faturado R$ 1,29 bilhão. A TV por assinatura também apresentou boa performance: R$ 1 bilhão de faturamento e crescimento de 18,4%. Na mídia impressa, as revistas faturaram R$ 1,8 bilhão (crescimento de 4,9%) e os jornais, R$ 3 bilhões (3,8% a mais que no ano anterior).

Os guias e listas apresentaram recuo de 1,6% (R$ 294 milhões), assim como o cinema (-5,2%, com R$ 77,4 milhões faturados). O rádio cresceu apenas 2,7%, tendo faturado R$ 1 bilhão. A mídia exterior como um todo faturou R$ 771,8 milhões entre janeiro e novembro (12,1% a mais que em 2010), sendo que só o outdoor arrecadou R$ 400 milhões.

O Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia no país tabulado pela PricewaterhouseCoopers para o Meio & Mensagem, que coordena o projeto. Os resultados completos podem ser consultados no site www.projetointermeios.com.br . O acesso é livre.

Fonte: Meio e Mensagem

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